NORA CRIA CASOS
Casos que crio,e casos reais,se encontrarem outros iguais é copia! Casos,textos,historias iguais aos postados aqui neste blog ,saõ plágios,e eu tenho resgistrados.Tenho os direitos autorais. Obrigada por apreciar!Nora.
domingo, 18 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
O que é que você tem?
Eu tenho saudades, sofro distancias tenho lonjuras como Caio Fernando de Abreu.
Hoje choro a saudade de minhas filhas, meus pais, irmãns sobrinhos e amigos distantes , más tão distantes, que alguns deles partiram para outro plano espiritual, ou pro Céu, ou pra outra vida, cada um diz o que quer.
Estou chegando aos meus 57 anos de vida, se sofri? quem não?
se sorri? muito
se curti um pouco de tudo, e tudo de uns poucos, há isso é fato.
Virou história, aventurei pela vida romãntica, me joguei sem para-quedas, mergulhei sem colete salva-vida, fui fundo porque sempre achava raso, queria sempre mais.
Arrisquei em vôos solos e em pares, sem plano de vôo, corri montanhas e campos, mares e florestas sem mapas, búsolas ou guias.
Sou extremista, quando esfria eu congelo, quando esquenta eu derreto.
Não entrei numa de reflexão ainda, nem sei se um dia farei.
Sigo ainda a corretenza sem procurar aonde me agarrar, livremente meu espiríto segue os instintos como um animal humano, sempre e sempre com amor, respeito e consideração.
Hoje choro a saudade de minhas filhas, meus pais, irmãns sobrinhos e amigos distantes , más tão distantes, que alguns deles partiram para outro plano espiritual, ou pro Céu, ou pra outra vida, cada um diz o que quer.
Estou chegando aos meus 57 anos de vida, se sofri? quem não?
se sorri? muito
se curti um pouco de tudo, e tudo de uns poucos, há isso é fato.
Virou história, aventurei pela vida romãntica, me joguei sem para-quedas, mergulhei sem colete salva-vida, fui fundo porque sempre achava raso, queria sempre mais.
Arrisquei em vôos solos e em pares, sem plano de vôo, corri montanhas e campos, mares e florestas sem mapas, búsolas ou guias.
Sou extremista, quando esfria eu congelo, quando esquenta eu derreto.
Não entrei numa de reflexão ainda, nem sei se um dia farei.
Sigo ainda a corretenza sem procurar aonde me agarrar, livremente meu espiríto segue os instintos como um animal humano, sempre e sempre com amor, respeito e consideração.
domingo, 18 de julho de 2010
Resenha do livro Caim, de José Saramago
Caim - José Saramago
E agora José?
Saramago, bombardeou de questionamentos as cabeças de leitores mais experientes e exigentes. De suas obras mais conhecidas, li A Caverna, O Ano da Morte de Ricardo Reis e Caim.
Caim ele escreveu com mais de 80 anos, com a ironia jovial e rebelde de um grande pensador. Poucos personagens biblícos, foram poupados. Claro que de maneira irônica e questionadora que é a tônica da narrativa.
Não configurando qualquer tipo de desrespeito. Saramago escreveu como um bom e ativo observador de mente aguçada e interpretativa.
Um livro de um pouco mais de cem páginas, que ao terminar de ler fica a pergunta.
Aonde mais beber dessa fonte? Criativa e instigante a esticar a alma dos leitores?
Aconteceu que ao ler a ultima frase desse livro, entrei na internet e lá estampava a manchete: Morre José Saramago.
Quero crer que esteja a discutir as escrituras com o todo poderoso.
O autor dessa obra conta a velha e já conhecida história de Caim, aquele que matou Abel seu irmão.
Deus perdoa Caim, de alguma forma seu pecado o eleva a condição de homem comum, e sendo assim ganha as vantagens de também cometer erros se arrepender e continuar sua vida pecando normalmente como todos nós.
A diferença é que a forma de Caim se redimir se torna mais um prêmio que um castigo.
Contada pelo próprio Caim, sua vida se transforma em viagens ao passado e ao futuro como se tivesse a tão almejada máquina do tempo.
Um dos melhores trechos da narrativa acontece quando Caim encontra Noé e sua familia, executando a ordem de Deus para construir a famosa Arca de Noé.
Se bem que o livro é todo recheado de melhores trechos.
Chega a ser hilário o transcorrer do episódio.
Paro por aqui, melhor é recomendar a leitura desse relato que é apenas mais um dos impressionantes, deixados aqui para nosso deleite e reflexões por José Saramago.
Leiam sem bater. ( empolguei com o livro Caim)
E agora José?
Saramago, bombardeou de questionamentos as cabeças de leitores mais experientes e exigentes. De suas obras mais conhecidas, li A Caverna, O Ano da Morte de Ricardo Reis e Caim.
Caim ele escreveu com mais de 80 anos, com a ironia jovial e rebelde de um grande pensador. Poucos personagens biblícos, foram poupados. Claro que de maneira irônica e questionadora que é a tônica da narrativa.
Não configurando qualquer tipo de desrespeito. Saramago escreveu como um bom e ativo observador de mente aguçada e interpretativa.
Um livro de um pouco mais de cem páginas, que ao terminar de ler fica a pergunta.
Aonde mais beber dessa fonte? Criativa e instigante a esticar a alma dos leitores?
Aconteceu que ao ler a ultima frase desse livro, entrei na internet e lá estampava a manchete: Morre José Saramago.
Quero crer que esteja a discutir as escrituras com o todo poderoso.
O autor dessa obra conta a velha e já conhecida história de Caim, aquele que matou Abel seu irmão.
Deus perdoa Caim, de alguma forma seu pecado o eleva a condição de homem comum, e sendo assim ganha as vantagens de também cometer erros se arrepender e continuar sua vida pecando normalmente como todos nós.
A diferença é que a forma de Caim se redimir se torna mais um prêmio que um castigo.
Contada pelo próprio Caim, sua vida se transforma em viagens ao passado e ao futuro como se tivesse a tão almejada máquina do tempo.
Um dos melhores trechos da narrativa acontece quando Caim encontra Noé e sua familia, executando a ordem de Deus para construir a famosa Arca de Noé.
Se bem que o livro é todo recheado de melhores trechos.
Chega a ser hilário o transcorrer do episódio.
Paro por aqui, melhor é recomendar a leitura desse relato que é apenas mais um dos impressionantes, deixados aqui para nosso deleite e reflexões por José Saramago.
Leiam sem bater. ( empolguei com o livro Caim)
terça-feira, 8 de junho de 2010
Esqueletos
Velório do meu pai.
Eu vou contar como foi, que horror!
Eu com 7 anos, a caçula da familia de 9 irmãos, 3 homens e 6 mulheres.
Adormeci em um sofázinho que tinha no quarto de meus pais, lá pelas 2h da manhã, acordei e vi minha mãe e minhas irmãs todas vestidas de preto atravessadas na cama de casal adormecidas.
Sai dali e quando cheguei na copa, vi na sala logo em frente, o caixão com o corpo.
Olhei em volta, várias pessoas sentadas em cadeiras, banquinhos, sofás, nas duas salas.
Todas dormiam!!
Com as cabeças pendendo para um lado.
Eu estava sózinha!!!
Só eu cordada, em um velório do meu pai, a casa cheirando a vela e flores.
E numa penumbra, aonde não tinha energia elétrica, só candeia e lampiões.
E eu não tinha visto nada daquilo acontecendo, a chegada do corpo, as mulheres da familia se vestindo de luto.
Nada!
E acordei com essa cena, o povo que ali estavam eu nem conhecia, e com aquela iluminação fraca, eles pareciam fantasma.
Sai correndo quando ouvi vozes vindas do quintal, aliviada porque tinha gente acordada.
Quando me afastei bem e já fora da casa, que susto!
A cena era surreal demais para uma garota da minha idade...
Depois eu conto o resto, é doloroso demais para mim, que amava o meu pai acima de tudo.
Eu vou contar como foi, que horror!
Eu com 7 anos, a caçula da familia de 9 irmãos, 3 homens e 6 mulheres.
Adormeci em um sofázinho que tinha no quarto de meus pais, lá pelas 2h da manhã, acordei e vi minha mãe e minhas irmãs todas vestidas de preto atravessadas na cama de casal adormecidas.
Sai dali e quando cheguei na copa, vi na sala logo em frente, o caixão com o corpo.
Olhei em volta, várias pessoas sentadas em cadeiras, banquinhos, sofás, nas duas salas.
Todas dormiam!!
Com as cabeças pendendo para um lado.
Eu estava sózinha!!!
Só eu cordada, em um velório do meu pai, a casa cheirando a vela e flores.
E numa penumbra, aonde não tinha energia elétrica, só candeia e lampiões.
E eu não tinha visto nada daquilo acontecendo, a chegada do corpo, as mulheres da familia se vestindo de luto.
Nada!
E acordei com essa cena, o povo que ali estavam eu nem conhecia, e com aquela iluminação fraca, eles pareciam fantasma.
Sai correndo quando ouvi vozes vindas do quintal, aliviada porque tinha gente acordada.
Quando me afastei bem e já fora da casa, que susto!
A cena era surreal demais para uma garota da minha idade...
Depois eu conto o resto, é doloroso demais para mim, que amava o meu pai acima de tudo.
sábado, 1 de maio de 2010
Resenha do livro A Cabana
Depois de passar por uma tragédia familiar, Mack passa a viver momentos de grande tristeza, vive questionando os designos de Deus e desacredita que ele seja mesmo bom.
Ao contrário de sua esposa Nan, uma mulher que acredita na bondade de Divina uma mulher de fé inabalável.
Juntos tiveram 5 filhos, que segundo o narrador todos lindissimos, beleza que "pegaram" do pai, pois pra ele sua mulher conservava a dela.
Depois de um certo afastamento, um dia Mack pedi seu amigo Wille, que escreva pra ele essa experiência de um fim de semana que ele passou com Deus. Pois ele gostaria de deixar por escrito para sua familia, sua mulher e filhos que ele ama muito.
Wille atendi ao pedido do amigo e relata todos os pormenores desse encontro inusitado, nesse incrível livro, A Cabana.
Esse encontro aconteci numa cabana abandonada perdida na mata, um lugar onde ele jamais penssou em voltar.
Mack convive de forma fisíca com Deus, dialogando, fazendo refeições e com a oportunidade de resolver todas as suas duvidas sobre o perdão e outras angustias relacionadas a fé, a Igreja e a religião.
O livro é fácil de ler, os olhos deslizam sobre as palavras escritas como se estivessem de patins.
E durante e depois da leitura, a reflexão acompanha o leitor questionando sobre assuntos importantes, antes feito por quem lê.
O que mais encantou nessa obra, é que ela nos leva a refletir sobre todos os temas que o autor aborda.
Adorei esse livro, o primeiro que li desse autor. Porque as minhas duvidas e respostas, também estavam lá na cabana de forma surpreendente, na narrativa de William P. Young.
Ao contrário de sua esposa Nan, uma mulher que acredita na bondade de Divina uma mulher de fé inabalável.
Juntos tiveram 5 filhos, que segundo o narrador todos lindissimos, beleza que "pegaram" do pai, pois pra ele sua mulher conservava a dela.
Depois de um certo afastamento, um dia Mack pedi seu amigo Wille, que escreva pra ele essa experiência de um fim de semana que ele passou com Deus. Pois ele gostaria de deixar por escrito para sua familia, sua mulher e filhos que ele ama muito.
Wille atendi ao pedido do amigo e relata todos os pormenores desse encontro inusitado, nesse incrível livro, A Cabana.
Esse encontro aconteci numa cabana abandonada perdida na mata, um lugar onde ele jamais penssou em voltar.
Mack convive de forma fisíca com Deus, dialogando, fazendo refeições e com a oportunidade de resolver todas as suas duvidas sobre o perdão e outras angustias relacionadas a fé, a Igreja e a religião.
O livro é fácil de ler, os olhos deslizam sobre as palavras escritas como se estivessem de patins.
E durante e depois da leitura, a reflexão acompanha o leitor questionando sobre assuntos importantes, antes feito por quem lê.
O que mais encantou nessa obra, é que ela nos leva a refletir sobre todos os temas que o autor aborda.
Adorei esse livro, o primeiro que li desse autor. Porque as minhas duvidas e respostas, também estavam lá na cabana de forma surpreendente, na narrativa de William P. Young.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Resenha feita a duas mãos do livro Mulheres que Correm com os Lobos
Lua & NoraMULHERES Q CORREM C LOBOS - Clarissa Pinkola Estés
Gente...hoje venho aqui mostrar p vocês um trabalho, feita em duas mãos...Eu e Nora juntas, nos embrenhamos nesse experimento, e eu confesso q adorei....espero q esse seja o primeiro dos muitos que virão. Lembrando...Nora vive e ama a natureza...as flores e eu só admiro as de plástico..ahahaha O q faz dessa nossa diversidade, nosso maior desafio. Nossas falas vão se misturando a medida dos parágrafos, mas tornando-se uma única fala. Achei lindooooo!!!! Espero q gostem...Segundo essa americana psicóloga fantástica, a mulher vem sendo domesticada há milénios. Ela tenta, usando vários caminhos e milhões de argumentos, encontrar a verdadeira essência da alma feminina. E olha que é difícil eh?O livro é um apanhado de mitos e tradições relativos às mulheres, onde a autora analisa de forma microscópica o universo feminino, sobre o ponto de vista da psicologia, do emocional, espiritual ecomo todo esse fantástico universo feminino, foi esquecido pela própria mulher, revestida da modernidade, educação e domesticação para servir. Não podemos deixar de sentir uma fala feminista nessas colocações da autora. Equipara deliciosamente pelos milénios, a alma feminina ao lobo...com sua coragem, sua natureza selvagem, sensível, intuitivo, orgulhoso, dados a uma percepção aguçada, numa determinação feroz. A comparação com lobos, foi a arma literária da autora, p descrever o lado selvagem e livre da mulher, por ter sua mente aguçada e intuitiva, enterrada por séculos e séculos pela sociedade, em repressões, limitações e violência. Motivo pelo qual, muitas tiveram seu fim nas fogueiras da Inquisição, acusadas de bruxaria. A autora compara a mulher ao lobo, q corre livre pelas savanas e prados, com seu instinto de sobrevivência, e toda intuição que guia uma fêmea, no ato de proteger e cuidar de suas crias e parceiros. Mas com a racionalidade de renúncia feroz, no momento que os vê preparados p a vida independente. Respeitando assim, a liberdade de quem ama.
Para analisar o lado instintivo e intuitivo da mulher, falar da maternidade perfeita e de c é necessário q se desprenda desse colo, cortando de vez o cordão umbilical p seguir, La Loba, a mulher q sabe e vive dentro de nós, aquela selvagem que se perde contato por conveniência...é exigida, surgindo para nos salvar até de nós mesma.Reflete de forma ímpar sobre a raiva feminina, tentando com argumentos bem pertinentes, nos envolver em sua teoria de q a raiva tem sua utilidade se não for reprimida, e for administrada c o bom senso do perdão. Termina seu raciocínio, concordando q o perdão não é tão simples, é trabalhoso e requer muita paciência e obstinação. E normalmente não o conseguimos na sua totalidade, por ser humanamente impossível e sobrenatural p o humano, exceto Ghandi. ahaha (aparte meuuu) Bem...em outras palavras...dar a cara para bater de novo. Perdão como cura. Será?Além desse mergulho profundo na verdadeira essência feminina, a autora nos brinda com um circular nos contos de fadas e mitos. Usando e abusando dos mitos, como O Barba Azul, A Bela Adormecida, contada de maneira diferente pelo antigo povo da Romênia. Um livro pra ler, reler, treler e manter ao alcance de nossos olhos e ouvidos, pois é uma obra que canta e conta histórias...a nossa história e a de todas as mulheres do mundo. Lindo!!!E p terminar essa resenha em parceria c minha querida, doce e pacifica Nora...um trecho q acredito q envolva nossas essências latentes...numa só fala. “O deserto é um lugar em q a vida se apresenta muito condensada. As raízes das plantas se agarram à última gota d'água, e as flores armazenam umidade abrindo apenas de manhã cedo e ao final da tarde. A vida no deserto é pequena, porém brilhante, e quase tudo o q acontece tem lugar no subsolo. Essa descrição é semelhante à vida de muitas mulheres. Muitas de nós vivem vidas desérticas: ínfimas na superfície e imensas por baixo.” (Clarissa Pinkola Estes In: Mulheres que correm com os lobos) Beijos e valeuuuuu por esses momentos de prazer, Nora querida!!!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Hoje é dia do Aniversário do Lola! Viva!!!!
Hoje é um dia especial, hoje é o dia do aniversário do meu marido.
Marido só não, do meu amigo, meu companheiro de todas as horas.
Meu amante querido!
Hoje, eu quero um dia lindo de sol, ou de chuva, o dia vai ser maravilhoso!
Vamos comemorar o dia que nasceu o meu parceiro de chuva , de sol, de tormentas e prazeres.
Hoje, estaremos brindando a alegria de estarmos juntos, felizes e enamorados.
Marido só não, do meu amigo, meu companheiro de todas as horas.
Meu amante querido!
Hoje, eu quero um dia lindo de sol, ou de chuva, o dia vai ser maravilhoso!
Vamos comemorar o dia que nasceu o meu parceiro de chuva , de sol, de tormentas e prazeres.
Hoje, estaremos brindando a alegria de estarmos juntos, felizes e enamorados.
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