sexta-feira, 28 de março de 2008

JO SOARES...

Fui ao lançamento do livro do Jo Soares, aqui no auditório do BDNS.
N a maior empolgação,peguei uma fila pelo lado de fora do prédio,parede de vidro dava para ter uma boa visaõ do interior da construção ao nível da rua.
Começou uma chuva,e tentei me manter o mais seca possível colando no vidro,que tinha uma pequena marquiz.
De repente,gritos,palmas o Jo apareceu e foi visto por todos que ali esperavam.
Ele foi andando em direção do auditório,pelo lado de dentro.
Aquela alegria toda, sairiamos da chuva! E tinha acabado a espera! A fila andou,eu acompanhando e comecei a observar meus vizinhos.
Havia cinco rapazes todos de branco,eram estudante de medicina,começamos a conversar.
E a fila andando...
Quando entramos dentro do prédio,logo vimos a porta por onde íamos entrar e receber o autografo do escritor.
O livro que ele estava apresentando , O Xangô de Bykstret.
Eufôricos fãs do Jo,andando e conversando enfileirados,bonitinhos!
Comecei a notar tres pessoas estranhas na fila.
Se esgueirando e entrando na minha frente!
Observei bem, um homem e duas mulheres.
Baixinhos,magrinhos,pequenos.
Eles pareciam estar na meia idade.Uma coisa indefinida.
Tipos diferente, pensei,não imaginava o quanto!
Perguntei...Voçes estão furando a fila?
A que parecia ser a líder, a mais velha ou ate mesmo porta-voz,daquele estranho grupo.
Me olhou bem firme e respondeu;O segurança nos autorizou,abaixou a gola da blusa e mostrou uma cicatrís em volta do pescoço.
Parecia de cirurgia plástica que ali foi feito,mas fiquei na incerteza.
Não sou do ramo.Me voltei para ela.
Eu entendi,mas e os dois companheiros?
Sem cicatrís nenhuma que os credenciasse a furar a fila.
Nesta situação, a fila andou e os estudantes passaram
apontantando para frente.E ...Olha é o Jo!
Aproveitei a deixa e passei também por eles.
Já dentro do local,a esquerda havia uma mesa de chã,biscoitos,docinhos.
De repente,os pequenos atacaram a mesa.
Comendo com ferocidade e bebendo,ate que um segurança chamou a atenção deles!
dizendo que aquilo tudo era para o pessoal do Jo!
Voltaram ainda mastigando,disfarçando mas ficaram atrás de mim.
A chefe me olhava desafiadora e balbuciava coisas.
Não aguentei,perguntei, é comigo?
Ela me disse;Voçe sabe que sou filha de franceses?
Que tem rua aqui na Capital com o nome do meu pai?
Eu disse,sim acredito, o Brasil sempre recebeu bem qualquer um.
Traficante,assaltante de trem pagador,contrabandista,nazistas criminosos de guerra.
Sem problema,sempre recebemos todos de braços e portas abertas!
Ela furiosa retrucou,eu tenho sessenta e quatro anos,me respeita!
Eu notei que era vaidosa e respondi, mas não pareci.
Por um momento vi um brilho nos seus olhos!
Pensei que tivesse noventa e cinco por ai!
Ela revidou,olha aqui sua negrinha.
Eu, o que? Sua negrinha!
Eu , o que? Sua negrinha!
Fíz ela repetir tres vezes,em alto e bom som.
E com a fila andando.Já dava para ver o Jo Soares sentado na mesa ao lado de sua assessora autografando seu livro.
Eu disse...minha senhora eu só não lhe enquadro na lei...na lei...
Tinha esquecido o nome da tal lei! Quando alguém me soprou no ouvido,Afonso Arínos.
E eu, é na lei Afonso Arínos,podia levar a senhora para a cadeia!
Não vou fazer isso,porque minha mãe é racista e sempre foi.
Passei muita vergonha,mais muita mesmo,e muitas vezes.
Com o comportamento ferozmente racista de minha mãe.
Que Deus a tenha em um bom lugar.
Por isso vou contemporizar,e os jovens estudante vieram falar com ela.
Consolando e falando de Paris e tal.
Finalmente cheguei na mesa,pedi ao Jo que autografasse o livro.
Ele educadamente e sorrindo,como não podia ser diferente.
Perguntou meu nome,fez uma dedicatória no exemplar que estava comigo,
dei-lhe um beijo na bochecha agradeci e saí do lugar.
La fora me esperavam os estudantes,para oferecer o testemunho daquele ato de discriminação racial.
Agradecida expliquei que de alguma forma eu tinha que vivenciar isso.
Não ia por no xadrez uma senhora daquela idade e tão ignorante!
Em consideração a todos aqueles que passaram por isso.
Através de minha mãe,e não revidaram.
Me despedi da turma e fui andando em direção ao ponto de ónibus,quando um senhor me abordou me dizendo que era professor de literatura da UFMG e que estava a minha disposiçaõ.Que estava próximo de mim na fila e presenciou tudo.
Caso eu quisesse denunciar o preconceito sofrido...
Respondi com os mesmos argumentos que usara com os estudantes.
Agradeci e fui para casa em prantos que não conseguia controlar.
O livro? Descobri depois que não valia tanto.


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domingo, 23 de março de 2008

DOMINGO DE PASCOA!


A Pascoa tem diversos significados.

O importante é que ninguém fica insensível a esse dia!

Cristãos,judeus, com datas diferente,comemora-se. É a celebração da vida,renascimento.

Maravilhoso exemplo de amor,como esquecer a paixão de Cristo? Conheço muito pouco sobre o que aconteceu.

Aprendi alguma coisa no catecismo,depois com onze anos comecei a frequentar as salas de cinema. E na Semana Santa era imperdível os filmes Biblícos.

Chorava do começo ao fim. Não tinha noção do quanto chorava pouco. Minha dor era uma piada diante do que o filho de Deus teve que sofrer.Misericórdia!

A perseguição, a prisão de JESUS. Diante do povo simples e tão ignorante do que se passava.

Pilatos pede que eles escolham um prisioneiro para ser libertado!Oferecendo poder para aquela gente que mal tinha o que comer,explorados por altíssimos impostos.

A pouca informação para que houvesse um julgamento,a manipulação das autoridades nesse assunto,influenciou a escolha de Barrabás para ser liberto.As mãos de Pilatos sendo lavadas,ratificando e aceitando a decisão popular. Com muita demagogia.

Sinto tanto que não merecemos,o que o filho de DEUS fez por nós.

Temo que tenha sido em vão,cada chibatada,cada pedrada, a sede.A subida na colina com uma cruz de madeira pesada ás costas.

O supremo sofrimento ao ser pregado ali na cruz.Com amor o bastante para pedir ao pai que nos perdoasse.Eles não sabem o que faz...Perdoai-os pai!

Todos souberam depois sim,o que faziam.

Hoje é dia de celebrar!Aprender com ele mais do amor,do perdão.

Compartilhar!Amar,amar,amar como JESUS agora e sempre nos amou e amará.

Quero e preciso exercitar todos os dias,o amor,o bem e o perdão.DEUS me permita.

Isso é apenas a opinião de uma leiga,uma ignorante que admira e cre. Em JESUS!

CHOVE SEM PARAR...


Sexta-feira, 14 de Março de 2008
Chove sem parar...




Escutei um barulho terrível!


Trovão e raios, e desabou a tempestade.


Muita água! Me lembrei da galinha; O mundo esta acabando!


O mundo esta acabando, repetia sem parar.


O que houve?


Um coquinho caiu na sua cabeça.


Faz tempo, na escola fundamental lia esta história, era para rir muito!


Não conheço bicho mais descarado, a pior ofensa que é dado a uma mulher! Sim, chama-la de Galinha!


Essa coisinha penosa, não vale um grão de milho.


É ofensivo ao grão tão nobre, tão delicioso. Oferecer para essa raça inferior a tudo que se pode imaginar...Eca!


Tenho por volta de 75 delas como vizinha.


Atrás do prédio onde moro, tem um lote invadido. O atual dono cria galinhas já faz um bom tempo.


A linha do Metro passa aqui a um quarteirão, quando começou a obra ele invadiu!


Ficou um espaço enorme, 2000m quadrados.


É ai que ganhamos novos vizinhos! As galinhas, e os galos em sua minoria claro.


O problema é que eles cantam a qualquer hora, não como os que haviam na minha casa no interior.
Eles tinham hora certa para dormir, acordar e cantar, eram o relógio despertador.


12h , 1h , 2h30m, fazem uma serenata,compõem um coral dos horrores.


Dorme com esse barulho?


Observo as vezes o comportamento alimentar das penosas.


Tudo que jogo, ou as vizinhas jogam para elas, vira briga de foice no escuro.


Se estapeiam e se bicam, para tomar o alimento uma das outras.


Pior, fiz um teste depois de ver que elas comem de tudo.


Limpei um frango. Tirei pele, gordura, cabeça, e joguei no lote, houve uma correria.


Quem conseguiu agarrar uma parte, saiu na maior velocidade (de galinha),


Com umas vinte atrás, para tomar seu bocado.


Impressionante! Chamei Maria pra ver.


Olha só isso! elas comem as próprias colegas!


No dia seguinte, cozinhei dois ovos.


Mandei para as esganadas, pensando;  Não vão comer!


Oh! Que horror! Elas comeram da mesma forma.


Brigando e correndo com pedaços no bico.


Os ovos de galinha!


Seus futuros filhos, netos, sobrinhos, irmas!


Suas famílias, futuras gerações!


Tem ser mais terrível?


Deus me livre!


Dessa carne deliciosa... cozidas, assadas, fritas, na salada, farofa, strogonoff, no xinxim!
E no rizoto!


Empanadas, HUM. Com quiabo, com Pequi!


Na empada!! Hum Delicias!

terça-feira, 18 de março de 2008

MIINHA AVÓ...DOIS MARIDOS E 21 FILHOS...


Vó Salvina ficou viúva, com sete filhos pra criar.
Um deles veio a ser o meu pai, Nestor, ele tinha sete anos.
Vô Julião também enviuvara, com igual numero de filhos.
Ele era pai da minha mãe Joaninha, que na época tinha quatro anos.
Ambos ainda jovens, foram convidados para a mesma festa.
Foram apresentados e se apaixonaram!
Veio o pedido de casamento um mês depois.
Naquele tempo, era assim.
Nada de namoros longos, os dois também queriam arrumar logo um parceiro.
Depois de terem sido casados, ficar sozinho não era uma boa ideia.
Marcaram a data tudo nos conformes.
fizeram uma bela festa e juntaram todos. Assim, o pai da minha mãe, casou-se com a mãe do meu pai.
Os filhos dela, os dele, somaram quatorze no total.
Como o amor era grande, os dois saudáveis e cheios de vontade, tiveram mais sete filhos!
Os mais jovens, nascidos desse casamento de viúvos, tinham irmãos dos dois lados.
Uns irmãos por parte do pai, outros por parte da mãe.
E os primeiros filhos do casal, não tinham nenhum parentesco. 
Nasceram de outros parceiros.
Com a convivência muito próxima, a dificuldade de conhecer outras pessoas.
É que pelo fato de viverem numa fazenda, até os vizinhos, viviam a léguas de distancia.
Aquela comunidade familiar acabou gerando outros casamentos.
Três casais formaram família nova, meu pai com minha mãe, e mais quatro tios.
Tia Tercilia irmã do meu pai, se casou com tio Eugenio irmão da minha mãe.
Tio Ataliba irmão da minha mãe, casou com tia Didi que era irmã do meu pai.
Isso gerou muitas conversas, explicações que ate hoje tem quem não entenda  nada.
Imagina o drama que vivi, dos quatro aos quase seis anos, imaginando ser filha de irmãos.
Irmãos biológicos!
Até Vovó Salvina me contar toda essa história, sentada debaixo de uma linda mangueira.





segunda-feira, 17 de março de 2008

AOS 4...

Hoje sempre que lembro disso dou muita risada.
Na época foi de um sofrimento inenarrável!
Eu calada sem poder me abrir,porque a coisa era feia e me paralisava
de horror.
Minha avó vinha sempre em minha casa em Varzelãdia.
Passava uma temporada super bacana,eu adorava vó Salvina.
Aos quatro anos comecei a observar que minha mãe,dona Joaninha
chamava ela de mãe.
E ela era mãe do meu pai seu Nestor.
Fiquei confusa,a primeira vez pensei
que foi por brincadeira,ou ate um carinho.
Mas era hábito mesmo,meu pai e minha mãe chamava ela de mãe.
Aquilo me trouxe um grande,enorme problema.
Meu Deus do céu!
Eles eram irmaõs!
Viviam juntos,tinham nove filhos,irmaõs!
Eu sentia um mal estar,uma coisa terrivel!
Não podia mais sair na rua,todos sabiam.
Que vergonha,eu era a ultima a saber, tinha certeza.
Meus vizinhos,amigos o que não diriam ou pensavam de minha família.
Eu queria morrer!
Como eles podiam?
Ficava só pensando naquilo,com quem falar?
Nem de brincadeira eu ousava tocar em assunto de tanta vergonha.
Ficava pelos cantos da casa,no quintal matutando.
Eu amava muito meus pais.
Papai era minha grande paixão!
Virou uma terrível decepção.
O que fazer?
Aonde esconder?
Podia fugir da cidade,nunca mais aparecer.
E a coragem? Aonde andava que não me dava força.
Que vida mais sofrida e sem saída era a minha.
Já estava com quase seis anos,olha o tempo que sofri calada.
Um dia cansada, exausta decidi que não aguentava mais,
perguntei vó Salvina,com a voz tremula quase um sussurro.
Vovó! meus pais são irmãos?
Ela começou a rir,e me acalmou.
Pegou minhas mãos juntas,sentou comigo no tronco de uma mangueira.
E me contou a sua historia.
Vó seus dois maridos, e 21 filhos.
Te conto essa depois.


quinta-feira, 13 de março de 2008

Procura...eu...





  • Estou sempre de vez em quando...Me arriscando,rabiscando ...um encontro um voo mais longo um mergulho profundo um sono perfeito um sonho bizarro um amor por um caso uma cara quebrada me lanço me faço e desfaço em pranto em dança e canto desafinado me prendo e solto em desvaneio me caço.





quarta-feira, 12 de março de 2008

PINTANDO E REBOCANDO...


Ontem encontrei com a Maria la em baixo.Ela faxinando tudo,perguntei se tinha algum resto de tinta de parede guardado.Me respondeu que ia ver.Mas hoje ela ia passar roupa para uma moradora.Não podia me ajudar,mas se eu deixasse pra quarta-feira,dava.Pensei...minha irmã vem passar este dia comigo.Então lhe disse que deixasse para quinta-feira.Hoje 12h e 10m, ela tocou a campanhia.Eu: Maria? Como esta sendo seu dia?Ela: Fiquei sem trabalho,a mulher que me chamou,saiu.Eu ganhei uma tinta de parede,bege quase amarela se voçe quiser...Nossa,eu estava achando um lixo minha cozinha.Sofria toda vez que olhava para aquela parede, ao lado do fogão.Estava péssimo!E como vamos pintar?Tem pincel? Tem rolo de pintar parede?Tinha trazido tudo,chegou pronta para trabalhar.E foi aquele furdunço!Tira a geladeira!Tira o fogão!E a máquina de lavar roupa?Ela fica na mini-aréa ligada com a cozinha.E estava ligada batendo roupa.Gracinha é o seu nome e eu a amo de paixão!Desliga,tira os canos encaixados debaixo do tanque.Ai! essa doeu,é que a Gracinha é quase gente!Ela trabalha para mim faz tempo.Mas temos que fazer,vamos que vamos,pronto.Quando comecei,aquela paredinha que não suportava mais olha-la.Tive quase um orgasmo triplo!Que coisa deliciosa,que momento,quantas emoções!Enfim,estava acontecendo.Eu e Maria estávamos tão excitadas,que uma tomava o rolo da outra.Eu pintava ela pintava,de repente passamos para o resto do cómodo.A cozinha toda!Foi um auê,com muita alegria ate esquecemos de almoçar.Beliscamos apenas, um pedacinho de pão,um biscoito,suco.E quando terminamos,colocamos tudo no lugar,lavamos a cozinha...Que delicia! A cozinha brilhava,magnanima!Maria foi embora sorrindo,feliz com seu trabalho.Eu fui tomar uma chuveirada.E de 5 em 5m corro para a cozinha,fico olhando,saboreando e sorrindo,sem parar.O tempo todo.

Da Janela...

Da Janela... Da Janela do meu quarto,vi uma toalha la embaixo. Ela havia caido do varal,desci correndo as escadas do segundo andar. A baixei meio de lado pra pegar a peça,me pregaram uma peça!De esguelha vi um carro vermelho estacionado na garagem balançando.Me virei rapidinho e fui me aproximando pra ver o que acontecia.Cheguei perto demais! Vix! Maria!Tinha um casal namorando la dentro do carro,a coisa tava séria mesmo.Fiquei ali parada de bobeira olhando,por alguns segundos.Nisso eles mudaram de posiçaõ, e achei que iam me ver ali de vouier.Cruzes,me virei rapido e bati a lateral da cabeça na pilastra,ai ,ai ,doeu horrores!Fiquei massageando o local,e fui saindo de fininho olhando pra trás com medo de ser vista.Quando noto que o carro estava se movendo,andando mesmo,olhei direito pensando que alguém ligou o motor e estava saindo.Nada,não tinha motorista,ele estava deslizando lentamente em direçao do carro estacionado em frente.Eu não tive tempo de esboçar uma atitude,foi barulhento,surgiu ao mesmo tempo duas cabeças , olhando em volta.houve a batida,os dois faroes quebrados de ambos os carros.Ai meu Deus,o homen abri a porta desci ainda fechando as coisas.a mulher demorou um pouquinho mais,pra se ajeitar.Desceu do carro e os dois asustados me olharam e partiram pra cima de mim!Foi voçe então que empurrou o carro,olha o prejuiso.E agora tem que pagar.Euzinha,ta maluco sabe com quem esta falando? Eu jamais faria uma coisa dessa,me defendí ne.Nisso o dono do outro carro aparece,perguntando que aconteceu aqui com um vozeirão de locutor de radio.O casal de amantes dedo em riste me apontam,foi ela estavamos ouvindo um som no carro quietinhos ,conversando,essa doida apareceu aqui do nada e empurrou meu carro em direçaõ do seu,disse a mulher.Doida eu?Voçes é que saõ malucos, deviam er pra outro lugar, as 4 da tarde aqui onde os moradores transitam,tem crianças também uai,apelei.Estavamos muito comportados,nada a ver.Voçe é uma mal amada,carente,intrumitida,não pode ver ninguem numa boa.Me fuzilando com os olhos dedo na minha cara continuou o Romeu.Eu acabei com a discursão, mandei eles tomarem vergonha e aproveitasse e tomasem as providencias que quizesem.Fui saindo cabeça erguida,subi as escadas penssando,mas será o binidito?A toalhinha na mão ainda umida,quando entrei am casa é que me lembrei.Passara a noite namorando,com um homem maravilhoso,gostoso,carinhoso em inesqueciveis momentos de amor.Carente eu?Ta boua?Canoa!!